"Em nome das pessoas que receberam tão bem durante minha campanha nos bairros e no comércio, principalmente as crianças, é que eu quero dar esses esclarecimentos", declarou Biasotto durante a entrevista convocada por ele nesta terça, na Câmara dos Vereadores.
No domingo das eleições, alguns órgãos de imprensa douradense noticiaram que Biasotto estava com mandado de prisão expedido e estaria foragido. Segundo os jornalistas presentes, essas informações foram passadas de acordo com declarações de um juiz.
O vereador explicou aos jornalistas presentes que em nenhum momento recebeu ordem de prisão e, depois de fazer uma visita aos locais de votação pela manhã, permaneceu o resto do dia em sua casa, onde mora há mais de vinte anos e lá não foi procurado.
"Essas notícias que circularam insistentemente a meu respeito prejudicaram minha reeleição. Isso não tem volta. Mas eu não descansarei enquanto os danos morais não forem reparados. Porque eu falo muito tranqüilamente que jamais feri meus princípios durante minha caminhada. Eu não compro votos, eu não compro consciências", enfatizou Biasotto