"O orçamento participativo também é uma estratégia da cidade educadora, em que a população participa ativamente das decisões do governo", disse a argentina Alicia Cabezudo diretora da Rede Latino-Americana de Cidades Educadoras em entrevista à Folha de São Paulo.
Dourados já tem, então, mais um passo dado no sentido de se tornar uma cidade educadora. Porque "para fazer parte desse restrito universo um longo caminho tem que ser percorrido. Não é à toa que ao longo de catorze anos de existência da Associação das Cidades Educadoras apenas 281 tiveram os seus pedidos de adesão aprovados", como lembra o vereador e candidato à reeleição Wilson Biasotto.
Alicia Cabezudo explica a vantagem de entrar para essa associação: "O município entra em contato com outras cidades educadoras. Pode participar de projetos comuns, visitar uma cidade para estudar os seus programas ou convidar outro membro para explicar seus projetos. É uma rede solidária".
Para maiores informações a respeito de "Cidade Educadora", leia a crônica "Dourados e as cidades educadoras: mais um sonho coletivo", escrita por Wilson Biasotto em 2004 e que está disponível neste site.