Não são apenas os produtos tradicionais da indústria que passam por várias etapas até chegar ao consumidor final. O agronegócio também opera em sistema de cadeias produtivas complexas, que envolvem processos que estão em constante modernização e otimização.
O incentivo à organização das cadeias produtivas é uma das propostas do vereador e candidato à reeleição Wilson Biasotto. "Nossas terras férteis nos oferecem os grãos de soja, milho, trigo, girassol, aveia, arroz; madeiras de várias espécies e pastagens exuberantes. Resta-nos investir na transformação daquilo que a terra nos proporciona. Organizar as cadeias produtivas de modo a agregar valor, gerar emprego e renda e aumentar o volume de impostos arrecadados para que o poder público possa proporcionar não somente a infra-estrutura básica, como estradas, terrenos, energia, segurança, etc., mas também Centros de Educação Infantil, escolas de ensino fundamental e médio, saúde de boa qualidade e Universidades que possam gerar conhecimento humanístico e tecnológico", explica Biasotto.
Entre os indutores dessa modernização estão as pesquisas realizadas por universidades e instituições públicas, iniciativas do setor privado e ações articuladas com o governo. Nesse sentido, quando foi diretor do Campus de Dourados da UFMS, tentou a criação de novos cursos que privilegiassem a prestação de serviços e o desenvolvimento agro-industrial. "Mas infelizmente, não obtive sucesso quando pleiteava a criação de dois cursos que, a meu ver seriam fundamentais para implementar a agro-industrialização: engenharia de alimentos e zootecnia", Biasotto relata. E ele completa: "Espero que a falta de visão daqueles que impediram a criação desses dois cursos possa ser superada com a criação da Universidade Federal da Grande Dourados e que a (re)eleição do prefeito Tetila nos permita trabalhar essas propostas".