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Resumo do texto
Não vi pessoalmente a cena do discurso em que Ari jurou por Deus que aquele dinheiro não era fruto de propina, mas fiquei pasmo, assim como a minha fonte também diz ter ficado.
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Tenho lido vez ou outra em colunas de nossos jornais, ou em blogs, que o ex-prefeito Ari Artuzi, de má lembrança, tem feito campanha em bairros da cidade, seja conversando com eleitores, seja vendendo queijo caipira. Ora, ora, digo eu com os meus botões, mas as duas coisas não são proibidas?
Pusesse-se um cidadão comum a fazer campanha antecipada ou vender queijo nas ruas, seria autuando, cassado, multado e até preso, mas tratando-se de Ari Artuzi, ao que parece tudo é permitido.
Bom, mas as notinhas não chegaram a me impressionar, agora, a notícia que relato a seguir aos meus seletos leitores foi de arrepiar, foi mesmo estarrecedora. Artuzi esteve, na quinta-feira passada – 08/09/2011 - em uma igreja de Dourados, ocupou lugar privilegiado e inclusive fez o uso da palavra dizendo-se injustiçado. Jurou por Deus que o dinheiro que contava era fruto de uma venda de terreno que ele possuía.
Todos aqueles que viram a cena gravada por Passaia, do ex-prefeito contando dinheiro, devem sentir até hoje um mal estar, pela cena grotesca, perniciosa, mas que Ari alega não ser ilícita.
Agora, que o Ari Artuzi, tenha feito o que fez, que jure e perjure, é um problema só dele, mas ser-lhe permitido que ocupe o púlpito é demais. Pobre Dourados!
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