No início da segunda gestão do prefeito Tetila fui convocado por ele para arrumar um terreno onde deveria ser construído o Centro de Convenções. A edificação desse espaço em Dourados fazia parte de um planejamento ainda do primeiro mandato, quando aspirávamos trazer para nossa cidade a UFGD, o shopping, o pavilhão de eventos e o centro de convenções, dentre outros equipamentos públicos que nos dariam ares de metrópole regional.
Corre daqui, corre dali, consegui um terreno, em doação da família Iguma, à beira da Avenida Guaicurus, mais ou menos entre o final do perímetro urbano e a Cidade Universitária. Para mim era o local ideal, pois imaginava que a cidade somente encostaria lá daqui a uns quinze anos, não prejudicando os moradores das adjacências, como acontece hoje em dia com o Centro de Convenções em Campo Grande.
Para minha surpresa, talvez por obra do então Secretário de Governo, Ermínio Guedes, o Centro começou a ser construído em terreno mais próximo do perímetro urbano. Na minha maneira de ver, um equívoco em termos de planejamento urbano, mas enfim, um empreendimento necessário para uma cidade como Dourados que possui quatro escolas de ensino superior (inclusive com curso de Turismo), um comércio pujante, uma indústria nascente e uma vocação para o turismo de eventos.
Já é passada a hora de nossas forças vivas irem até o senador Delcídio - que impulsionou o início dessa obra - para possicionarem-se favoráveis à continuidade do Cento de Convenções que é de extremada imporância para o nosso desenvolvimento.